Este curta-metragem é um documentário poético sobre a história e a vida de Mãe Dango, sacerdotisa do candomblé de Angola, na cidade de Hortolândia, região metropolitana de Campinas/SP. Trata-se de uma mulher negra, de origem humilde, que construiu uma grande e respeitada família religiosa, sendo portadora e difusora do legado banto e que se tornou símbolo da luta contra o racismo, a intolerância religiosa e o fim da pobreza. Fé, resistência, beleza e afetos comunitários são alguns dos fortes valores relacionados à sua figura.  Dirigido por Gilberto Alexandre Sobrinho, o filme foi contemplado com Prêmio Estímulo ao Curta-metragem, da Secretaria da Cultura de São Paulo e será lançado em 2017.