Em 2016 o Brasil sofreu um golpe jurídico-parlamentar-midiático, que tirou a presidenta Dilma Roussef do poder. Mas este não foi um caso isolado na América Latina: entre 2002 e 2016, quatro presidentes latino­americanos democraticamente eleitos foram destituídos de suas funções. Dois deles por golpes militares – Venezuela em 2002 e Honduras em 2009 – e dois deles por processos de impeachment ­– Paraguai em 2012 e Brasil em 2016. Haiti, Bolívia e Equador também viveram processos semelhantes, mas nestes países seus presidentes não chegaram a ser impedidos de continuar seus mandatos.

Esta série parte de duas perguntas para investigar a relação entre estes casos: o que os países cujos presidentes afastados tinham em comum? O que o impedimento de seus presidentes teve em comum?

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