O curta conta a história de Mãe Dango, sacerdotisa do Candomblé Angola. Sua trajetória é marcada pela ancestralidade herdada de seu pai, que lhe passou os ensinamentos da cultura bantu, e atravessada por episódios de superação e conquistas diante do racismo violento do país. A Casa do Arco-Íris, que ela define como um quilombo,  abriga todos os seus filhos e é onde se cultuam os inquices. Ali se constrói mais um capítulo da história da resistência negra no Brasil.

Direção e Roteiro: Gilberto Alexandre Sobrinho
Co-direção e Pesquisa: Gracia Navarro
Assistência de Direção: Alessandro Oliveira
Produção Executiva: Julio Matos e Marcelo Félix
Direção de Produção: Julio Matos
Fotografia: Coraci Ruiz e Felipe Bonfim
Produção de Campo: Letizia Nicoli e Alexandre Machado
Montagem: Coraci Ruiz
Assistência de Montagem: Lucas Reitano
Coordenação de Finalização: Julio Matos
Trilha Sonora e edição de som: Víctor Negri
Mixagem: Alexandre Jardim (CTAV) e Olivia Fiusa
Correção de Cor: Isabela Moura
Arte: Cláudia Kfouri
Design Gráfico: Arthur Amaral
Estagiários de Produção: Bruna Schroder e Ana Luiza Fretta
Estagiário de Edição: Lucas Lazzarini

Leeds International Film Festival 2017

11º Encontro de Cinema Negro Brasil, África e Caribe Zózimo Bulbu 2018

29º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo - Eleito um dos "Favoritos do Público"

FESTCINE 2018 - Festival de cinema CURTA PINHAIS

3° Edição do Cine Tamoio - Festival de Cinema de São Gonçalo-RJ

VII Mostra Internacional Audiovisual Curta o Gênero, edição 2018

11º Espejos y Espejismos - Muestra de Cine Africano en Argentina 2018

VI Festival de Cinema de Itu - hors concours - 2018