Julio Matos

Julio Matos é formado em Sociologia pela Unicamp e é mestre em Media and Communications na Goldsmiths – Univestity of London, bolsista do programa Chevening Scholarships. Realizou o workshop “Realización de Documentales” na Escuela Internacional de Cine y TV de San Antonio de los Baños, em Cuba, em 2005.

Entre suas principais realizações estão o longa-metragem “Cartas para Angola” (2012), que participou de mais de 30 festivais em 16 países, e foi premiado no Brasil, em Angola, Portugal e Bélgica; uma série de programas para o Sala de Notícias (entre 2012 e 2014), os curtas “Saudade, vídeo-cartas para Cuba” (2005), “Outra Cidade” (2009), e “Cartas do Desterro” (2015) e “No tempo do Dashicô” (2016), todos dirigidos em parceria com Coraci Ruiz.

Como Produtor Executivo seus principais trabalhos são as séries “Chão de Fábrica” (2017), “Taquaras, tambores e violas – primeira temporada” (2015), “Taquaras, tambores e violas – segunda temporada” (estreia prevista para o segundo semestre de 2018), “Memória Perigosa” (em produção), “Economia do Bem Viver” (em produção), o longa-metragem “Esquerda em Transe”(estreia prevista para o segundo semestre de 2018) e o curta-metragem “A mulher da casa do arco-íris” (2018). Foi Diretor de Produção do longa-metragem de ficção “Corte Seco” e do média-metragem “História das Políticas Públicas de Saúde no Brasil”.