Pedrinha é um sobrevivente da Chacina da Candelária: escondido sobre a banca de jornal, ele assistiu ao assassinato de oito meninos de rua. “Agora e na hora de nossa hora” coloca no centro da cena a “cidade invisível”. A cena recria o cotidiano de um desses meninos: um sobrevivente que luta, ama, se esconde, fuma crack, vive.

Por sua atuação, Eduardo Okamoto recebeu diversos prêmios, incluindo o de Melhor Interpretação Masculina, no Festival Internacional de Expressão Corporal, Teatro e Dança de Agadir, no Marrocos.