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QUEM SOMOS

 
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JULIO MATOS

Julio Matos é formado em Sociologia pela Unicamp e mestre em Media and Communications na Goldsmiths – Univestity of London, bolsista do programa Chevening Scholarships. Realizou o workshop Realización de Documentales na Escuela Internacional de Cine y TV de San Antonio de los Baños, em Cuba, em 2005.

 

Entre suas principais realizações como diretor estão o longa-metragem “Cartas para Angola” (2012), que participou de mais de 30 festivais em 16 países, e foi premiado no Brasil, em Angola, Portugal e Bélgica; os curtas “Saudade, vídeo-cartas para Cuba” (2005), “Cartas do Desterro” (2015) e “Territórios Marginais: cartas que vem da rua” (2019); e a série “Planeta Solidário” (2021). Atualmente trabalha em seu novo longa, “Germino pétalas no asfalto”, com estreia prevista para 2022.

 

Como produtor seus principais trabalhos são os filmes de longa-metragem “Limiar” (de Coraci Ruiz, 2020), “No caminho do desenvolvimento” (de Marina Weis e Laura Faerman, 2021) e “Esquerda em Transe” (de Renato Tapajós, 2018); os curta-metragens “A mulher da casa do arco-íris” (de Gilberto Alexandre Sobrinho, 2018) e “Pluma Forte” (de Coraci Ruiz, 2019); e as séries “Chão de Fábrica” (Renato Tapajós, 2017), “Taquaras, tambores e violas (Hidalgo Romero, primeira temporadas 2015, segunda 2019), “Memória Perigosa” (de Marina Weis e Laura Faerman, 2021). Foi Diretor de Produção do longa-metragem de ficção “Corte Seco” (Renato Tapajós, 2015) e do média-metragem “História das Políticas Públicas de Saúde no Brasil” (Renato Tapajós, 2007).